Missão e Objetivo

Programa / Objectivos

Para uma comunidade unida e global

 

“Faça-se Luz “

MISSÃO e OBJETIVOS

A Comunidade Hindu de Portugal tem por fim as atividades de carácter religioso, cultural, educativo, social, desportivo e recreativo, sem fins lucrativos, nomeadamente através da concessão de bens e serviços:

  1. Apoio a crianças e jovens;
  2. Apoio à família;
  3. Apoio à integração social e comunitária;
  4. Apoio às pessoas com deficiência e incapacidade;
  5. Proteção dos cidadãos na doença, velhice, invalidez e morte, bem como e em todas as situações de falta ou diminuição de meios de subsistência ou de capacidade de trabalho;
  6. Constituir um espaço de convívio e diversão dos associados e simpatizantes.
  7. Educação e formação profissional dos cidadãos;
  8. Prestação de apoio e orientação de jovens estudantes;
  9. Criação de eventos desportivos e de yoga para os associados;
  10. Divulgação gastronómica nomeadamente através do serviço de refeições da cantina e através de ações de formação específicas.
  11. Divulgação linguística.
  12. Promoção e divulgação da religião e cultura hindu
  13. A Comunidade Hindu de Portugal pode também prosseguir de modo secundário outros fins não lucrativos, desde que esses fins sejam compatíveis com os fins definidos no artigo anterior
  14. A Comunidade Hindu de Portugal pode ainda desenvolver atividades de natureza instrumental relativamente aos fins não lucrativos, ainda que desenvolvidos por outras entidades por elas criadas, mesmo que em parceria e cujos resultados económicos contribuam exclusivamente

 

PROGRAMA PARA O QUADRIÉNIO 2016-2019:

1) Promover a união de todos os hindus radicados em Portugal, independentemente, de serem sócios ou não.

2) Maior interação entre a CHP e a sociedade em geral, incluindo com o Governo de Portugal, Câmara Municipal e Junta de Freguesia.

3) Dignificar o prestígio da CHP na sociedade em geral, através de maior divulgação da cultura hindu. promoção de espetáculos musicais com artistas locais e convidados do estrangeiro, exposição arte e cultura hindu em museus de prestigio como museu do oriente ou Gulbenkian, conferências / palestras religiosas com convidados de honra; aulas de dança, festivais de gastronomia com divulgação nacional; yoga; entre outras atividades.

4) Intercâmbio entre a CHP e outras confissões religiosas.

5) Fomentar a formação profissional entre os hindus e não hindus – ser um centro de formação de referência.

6) Candidaturas a subsídios disponibilizados pela união europeia, bem como, pelo governo português.

7) Interação da CHP com universidades, empresas e organismos públicos.

8) intercâmbio com outras comunidades hindu radicadas em outros países da europa.

9) Protocolos a todos os níveis com a Embaixada da Índia.

10) Protocolo com principais prestadores de serviços com benefícios para todos os hindus (operadora de telemóveis, telefones, internet).

 

Hinduísmo em Direção ao Futuro

Nos dois últimos séculos, o Hinduísmo tornou-se uma religião mundial. Durante este processo, os hindus esforçaram-se por definir externamente as suas tradições relativamente às outras religiões, e internamente, onde as divisões sociais e regionais criam uma enorme diversidade.

Os estudiosos que se centram na riqueza desta diversidade, afirmam que não se deve falar de “Hinduísmo” mas sim de “hinduísmos”. Porém, apesar de tais variações na tradição, os hindus modernos reconhecem-se como pertencendo a uma comunidade religiosa. Esta identidade comunal, cada vez maior e que estende muito para além da obediência local e sectária, será um factor importante no traçar do futuro da religião.

O processo de adaptação religiosa de redefinição que tem decorrido desde há milhares de anos não chegou de modo algum ao fim. A moderna comunidade hindu vai continuar este processo, influenciada por tensões entre tradição e inovação, necessidades rurais e urbanas, diversidade e unificação. Apoiando-se na riqueza do passado e na força de sistemas experimentados, usando-os para filtrar ideias novas e dar forma a modificações, o Hinduísmo adapta-se as necessidades de uma extensa comunidade global. As tradições locais oferecem bases para estruturar inovações locais mais apropriadas do que quaisquer mudanças impostas do exterior. A tecnologia moderna oferece as comunicações e ligações para a construção dessa extensa comunidade, embora, ao mesmo tempo, torne possíveis novas informações e ideias que inspirem as mudanças locais. À medida que as circunstancias se alteram, as filosofias adaptam-se, os rituais são revistos e reinterpretados e o Divino é reimaginado. Através de tudo isto, o Hinduísmo, como o Eu individual, aceita repetidamente novas inclusões num ciclo continuo. É uma tradição que renasce eternamente.

 

“Uma Comunidade mais unida: Solidariedade e Respeito”

Numa linha de continuidade com o trabalho desenvolvido pelas direções anteriores, enfrentar os novos desafios que estão a ser colocados a todas as IPSS, em prol da melhoria permanente da Associação e da participação mais ativa de todos os Associados assim como solucionar todas as questões pendentes do passado, porque o futuro só pode existir se o passado estiver em harmonia com o presente.

Estar numa linha de continuidade com as direções anteriores significa, não apenas que procuraremos manter todas as valências a que, mas também no sentido de estar atenta às novas oportunidades e celebrar novas parcerias que tenham como motivo fundamental a prestação de serviços de qualidade à comunidade hindu existente em Portugal. Por isso, manteremos e procuraremos desenvolver e fortalecer as parcerias e acordos celebrados com todas as instituições possíveis.

É essencial a existência de uma relação saudável entre a direção da lista e os associados que a mesma representa, de maneira que exista uma maior coesão e entreajuda na CHP, que irá, com certeza, resultar numa muito mais célere resolução de problemas. Esta atitude será um contributo inestimável para que possam ser atingidas com o devido sucesso as metas da Associação.

As nossas prioridades:

– União entre todos os hindus

– Uma maior aproximação com os Associados

– Reformulação da lista de associados

– Direitos para os Associados

– Maior intervenção a nível da solidariedade social